Estudo das células - a graça de Deus


2019
O ANO DO ALINHAMENTO 









PROGRAMA DAS CÉLULAS
Buscando alinhamento e gerando unidade

Material de auxílio para o/a líder da célula

1.      Oração inicial – período de invocação ao Espírito Santo; O/a líder ora ou pede previamente a um discípulo/a para orar.
2.      Louvor – momento de adoração e quebrantamento; não será necessário um instrumentista, pode-se utilizar um aparelho de cd.
3.      Quebra gelo – tornar o clima mais agradável. Pode-se usar uma ilustração ou uma dinâmica; ambas precisam estar em conformidade com a palavra que será compartilhada.
4.      Testemunho – importante para encorajamento de todos/as; recomenda-se que as pessoas que já são discípulos/as façam esse momento.
5.      Palavra – momento de compartilhar a palavra; O líder media e facilita esse compartilhamento.

REFLEXÃO
Tema: A graça de Deus
Texto:
“E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte”. II Co. 12. 7-10.

INTRODUÇÃO
A graça é o favor de Deus que alcança o ser humano para salvá-lo. Não há méritos pessoais ou obras de caridade que promova salvação e sim, um ato primeiro de Deus que se revela em Seu Filho Jesus Cristo a nós, dando-nos a possiblidade de escolhê-lo em fé. Paulo diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”; Ef. 2. 8-9. Este tema é primacial na compreensão do plano salvífico de Deus para todos e todas.

O paradoxo da mensagem com o mensageiro (Paulo)
O texto chave desta reflexão revela a humanidade de Paulo mediante suas limitações. Ele deixa claro suas fragilidades, e anseios de se livrar da mesma, no entanto, Deus lhe responde dizendo: “a minha graça te basta...”; esta palavra traz acalento ao coração do apóstolo. Vamos analisar resumidamente alguns predicados de Paulo.
·         Falava vários idiomas (latim, grego, aramaico e hebraico). At. 22. 2;
·         Tinha conhecimento filosófico. At. 17. 16-31;
·         Profundo conhecedor das escrituras. At. 22. 3;
·         Seus lenços e aventais era utilizados na cura das pessoas. At. 19. 11-12;
·         Viveu experiências inefáveis. II Co. 12. 1-6.
Como pode alguém ter vivido tantas experiências e mesmo assim se sentir frágil? Este é o paradoxo da fé; nossas obras não traduzem a nossa real natureza e sim a graça de Deus.

A graça revela nossa humanidade
A graça de Deus não anula a nossa humanidade e sim, a revela. Paulo tem um “espinho na carne” (não entraremos no que significa o termo), que o sufocava, resultando em “dores” profundas, suscitando-o a uma incessante oração a Deus para este livramento.
O pecado existe e ele nos atormenta, pois segundo Tiago somos tentados em nossas próprias cobiças (Tg. 1. 14-15), isto significa que elas existem, mas devemos superá-las, ou seja, não se submeter a elas.
“Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”. Rm. 6. 14.

A graça revela as nossas fraquezas
Nascemos sob o jugo do pecado original (queda adâmica). Davi disse: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”. Sl. 51. 55, isto prova a consciência do rei sobre o pecado e seus desdobramentos. Paulo também afirma que “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”; Rm. 3. 23. As fragilidades são resultados da nossa humanidade.

A vitória sobre o pecado pela graça de Deus
A medida em que nos conhecemos somos capazes de vencer o que nos assola. A graça revela a nossa humanidade, mas também se torna o remédio para os nossos pecados. O amor de Deus manifestado em nós por intermédio de Jesus Cristo é o “antídoto”. Paulo diz “...por amor de Cristo” (II Co. 12. 10), isto significa dizer que o amor de Cristo em Paulo é mais forte do que o seu desejo nas fraquezas.
“Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”. Rm. 5. 20-21.


CONCLUSÃO

A medida em que o amor de Deus por meio de graça se torna o nosso interesse maior de vida, o pecado vai perdendo importância e o desejo pelo Criador se torna mais intenso.  

Reflitam e compartilhem
·         Você ama a Deus mais do que o desejo de pecar?
·         Você já foi alcançado pela graça de Deus?
·         Você pode compartilhar uma experiência em que conseguiu vencer uma cobiça ou tentação por causa do amor de Deus?


Oremos juntos: Senhor Deus, o meu pecado está sempre diante de mim e reconheço as minhas fragilidades, mas estou convencido de que o teu amor em mim será mais forte do que o desejo de pecar. Ajuda-me com o poder do Teu Santo Espírito em nome de Jesus. Amém.

6.      A ênfase na visão: Gerando vidas em Cristo e cuidando delas com excelência – muito importante motivar aos discípulos/as que precisam multiplicar novos/as discípulos/as para Jesus;
7.      Anúncios – divulgar a agenda da igreja local;
8.      Comunhão – um lanche após o término. Traz relacionamento e gera laços.






Pr. Rafael Bernardo




















Anotações

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